Nossa História
Nascida no coração do Rio de Janeiro em 2012, a BLG é uma produtora de mostras e eventos culturais focada em oferecer conteúdos integrados com um amplo leque de serviços, trabalhando ações de entretenimento, experiências, performances culturais e tudo que cativa o público.
Com a ajuda de parceiros estratégicos, somos um grupo de pessoas que sempre estão ligadas naquilo que as outras pessoas querem experimentar e sentir.
Vamos além do entretenimento, nosso trabalho é medido pela quantidade de arrepios, sorrisos e descobertas que conseguimos provocar e por isso entregamos eventos, ações e ativações que refletem esses sentimentos no público.
Investimos em linguagens variadas dentro do universo da cultura e do entretenimento, com projetos presenciais e on-line, entregando ao público atividades concomitantes. Seguimos com muita bagagem no passado e claro, fôlego de sobra para o futuro.
Toda essa história da BLG foi conduzida desde o início pelo jornalista e produtor cultural Breno Lira Gomes, com passagens pelo curso de cinema da Universidade Estácio de Sá, pela Pipa Produções, pelo Ponto Cine e pela Mostra Geração do Festival do Rio.
Começou a identificar a grande paixão pelo cinema ainda garoto no interior de Minas Gerais, onde nasceu. Se formou em jornalismo, mas sempre tendo a sétima arte como seu grande interesse.
Assinou a curadoria e coordenação geral das mostras El Deseo – O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar; Cacá Diegues – Cineasta do Brasil; Simplesmente Nelson; A luz (imagem) de Walter Carvalho; O maior ator do Brasil – 100 anos de Grande Othelo; Pérola Negra: Ruth de Souza; Tim Burton e suas histórias peculiares; Monstros no Cinema; Fábrica de Sonhos – Mostra de Animação; A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A arte de Tim Burton; MacaBRo – Horror Brasileiro, Stephen King – O medo é seu melhor companheiro e O Cinema de Tim Burton.
É pesquisador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado pela Academia Brasileira de Cinema, desde 2012. E curador do Festival Maranhão na Tela desde sua criação em 2007.
E o clichê "vem coisa boa" se encaixa muito nessa biografia em curso e a todo vapor, que é o motor condutor da BLG Entretenimento.
Serviços
Reunimos o saber em projetos de grande porte para oferecer aos clientes e parceiros um portfólio extenso que atende diversas necessidades e passam pela totalidade experiencial de eventos culturais com uma garra de iniciantes que estão sempre em busca da atualização de métodos de trabalho.
São projetos de entretenimento, arte e cultura com qualidade e parceiros de peso. Apostamos num conceito de trabalho que abraça a cultura em diversos segmentos somado ao mais alto nível de performance de entrega de cada etapa dos projetos. Assim, a BLG é referência em:





Na Memória
EL DESEO – O APAIXONANTE CINEMA DE PEDRO ALMODÓVAR
Locais de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro (2011), Curitiba (2013), Brasília (2015), Recife (2017) e Fortaleza (2018); Centro Cultural Banco do Brasil unidade Brasília (2011); e no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (2016)
Curadoria: Breno Lira Gomes e Silvia Oroz
Coprodução: Buendía Filmes
A mostra El Deseo – O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar reuniu toda uma filmografia marcada por uma característica essencial: a grande paixão de Pedro Almodóvar pelo cinema. Foram exibidos todos os longas-metragens dirigidos por ele, além de documentários sobre sua obra e filmes que são referência para a sua formação ou que ele produziu. A soma do público de todas as edições juntas é de um total de mais de 20 mil pessoas.
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JOHN WATERS – O PAPA DO TRASH
Locais de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro (2012) e Recife (2015); CineSesc, em São Paulo (2012); e no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (2016).
Curadoria: Mario Abbade
Coprodução: Emes Entertainment (edições Rio de Janeiro e São Paulo) e Abbade Entretenimento
A mostra John Waters – O papa do trash homenageou o polêmico, controverso e admirado realizador. Foram apresentados todos os filmes de Waters, dos curtas aos longas-metragens, os estrelados pela travesti Divine como “Pink flamingos” e “Polyester”, as obras que chegaram ao grande público como “Hairspray” e “Cry-Baby”. Além de documentários e filmes extras, estrelados por Divine.
IRMÃOS COEN – DUAS MENTES BRILHANTES
Locais de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro (2012) e Fortaleza (2014); no CineSesc, em São Paulo (2012); e no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (2016)
Curadoria: Fernanda Teixeira
Coprodução: Buendía Filmes
Em 1984, no prólogo de seu primeiro filme “Gosto de sangue”, um narrador dá as coordenadas do que viria a ser uma das melhores definições da filmografia dos Coen: “algo sempre pode dar errado”. Surgia ali o universo dos Irmãos Coen. Um lugar cercado por erros e desventuras e afundado em um profundo humor negro. E é esse mesmo universo que, nos últimos anos, vem cada vez mais atraindo o público para acompanhar o azar de seus personagens e a criatividade dos Coen para criar situações hilariantes e ao mesmo tempo críveis. A retrospectiva inédita reuniu toda a obra dos irmãos cineastas.
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Filmes à Mesa
Local de realização: CAIXA Cultural na unidade Rio de Janeiro (2012))
Curadoria: Fernanda Teixeira e Beth Jacob
Coprodução: Buendía Filmes
A mostra Filmes à mesa reuniu e discutiu a relação estabelecida pelo cinema com a comida. Apresentou diferentes visões na relação tão primária e fundamental do homem com o alimento e sua estetização através de diferentes abordagens narrativas e estéticas. A curadoria construiu um painel capaz de tratar das diferentes percepções da relação estabelecida entre a comida e a visualidade criada pelo cinema em diferentes épocas, gêneros e nações. Ao todo foram exibidas 30 produções de longas-metragens.
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CACÁ DIEGUES – CINEASTA DO BRASIL
Local de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro (2012) e São Paulo (2017); e no Museu Nacional dos Correios de Brasília (2013)
Curadoria: Breno Lira Gomes e Silvia Oroz
Coprodução: Cineteatro Produções
A mostra Cacá Diegues – Cineasta do Brasil celebrou os mais de 50 anos de carreira e discutiu a obra de um dos diretores mais prolíferos, debatidos e importante do cinema brasileiro, que continua tão presente como quando começou no finalzinho dos anos de 1950 e começo dos 60. A mostra Cacá Diegues – Cineasta do Brasil apresentou todos os filmes do diretor, entre curtas e longas-metragens, além de videoclipes e um programa para a televisão francesa, inédito no Brasil. Clássicos do cinema brasileiro como “A grande cidade”, “Bye Bye Brasil”, “Xica da Silva” e “Chuvas de verão” estiveram presentes na programação e reforçaram a importância de Cacá Diegues no audiovisual brasileiro.
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SIMPLESMENTE NELSON
Local de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro (2013) e São Paulo (2017)
Curadoria: Breno Lira Gomes e Silvia Oroz
Coprodução: Emes Entertainment
A mostra Simplesmente Nelson foi a mais completa já realizada em homenagem a Nelson Pereira dos Santos. Primeiro diretor de cinema imortal da Academia Brasileira de Letras, Nelson produziu uma filmografia vasta, que inclui diversas adaptações literárias, documentários, filmes de encomenda e, claro, marcos cinematográficos do cinema brasileiro, como “Rio 40º” e “Rio Zona Norte”, que influenciaram a geração que viria a criar o movimento do Cinema Novo.
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A LUZ (IMAGEM) DE WALTER CARVALHO
Local de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro (2013), Brasília, Fortaleza e São Paulo (2014)
Curadoria: Breno Lira Gomes e Carla Barbosa
Coprodução: Singularte Produções
Walter Carvalho é hoje o mais importante e requisitado diretor de fotografia do audiovisual brasileiro. Já assinou a fotografia de mais de 70 produções entre longas, curtas, minisséries e telefilmes. Mesmo com 7,5 graus de miopia, ele consegue oferecer ao espectador belos trabalhos de fotografia, que contribuem bastante para a narrativa da trama. A mostra inédita A luz (imagem) de Walter Carvalho reuniu alguns desses trabalhos, além dos filmes que ele realizou como diretor e participações dele em produções para televisão.
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JORNADA NAS ESTRELAS: BRASIL – A FRONTEIRA FINAL
Local de realização: CAIXA Cultural na unidade Rio de Janeiro (2013)
Curadoria: Mario Abbade
Coprodução: Cavideo e Abbade Entretenimento
Duas características centrais tornam “Jornada nas Estrelas” tema importante para uma retrospectiva. A franquia foi precursora nas questões das minorias, abordando assuntos como racismo e feminismo. E abriu caminhos para o pensamento sobre a tecnologia, tendo merecido artigo enaltecedor no site da Nasa, livro com prefácio de Stephen Hawking e, conforme comprovam depoimentos que incluem engenheiros reconhecidos e o cofundador da Apple, papel relevante para gerações de cientistas e em inovações como celulares e propulsão a jato, além do nome do ônibus espacial Enterprise. A retrospectiva Jornada nas estrelas: Brasil – A fronteira final reuniu 11 produções para o cinema e sete documentários que retratam todo o fascínio de uma das mais importantes e influentes séries de ficção científica.
É MASSA – 1ª MOSTRA DO CINEMA DE PERNAMBUCO
Local de realização: CAIXA Cultural na unidade Rio de Janeiro (2013)
Curadoria: Breno Lira Gomes e Valéria Luna
Coprodução: Artimania Produções
O cinema de Pernambuco se destaca no cenário cinematográfico como o terceiro maior polo de produção nacional. Possui uma história marcada por três momentos: O Ciclo de Recife, o Movimento Super 8 e a Retomada do Cinema Pernambucano. Aclamado pela crítica especializada e pelo público em geral, as produções do cinema de Pernambuco brilham nos festivais nacionais e internacionais com uma representatividade tão grande que se torna impossível falar em cinema brasileiro e não falar deste cinema. A retrospectiva É Massa – 1ª mostra do cinema de Pernambuco reuniu algumas dessas produções, desde os primórdios até os atuais sucessos de público e crítica. Proporcionando ao público a oportunidade de conhecer mais ainda sobre uma das cinematografias mais atuantes do Brasil.
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CLAUDIO PAZIENZA, O ENCONTRO QUE NOS MOVE
Local de realização: CAIXA Cultural unidade Rio de Janeiro (2014); e no Cine Sesc Palladium, em Belo Horizonte (2015)
Curadoria: Jeanne Dosse e Tatiana Devos Gentile
Coprodução: Uirapuru Filmes e Casa do Doc
A mostra Plaudio Pazienza, o encontro que nos move foi uma retrospectiva do documentarista ítalo-belga Claudio Pazienza. Apesar do realizador ter ganho vários prêmios nos principais festivais europeus de documentário e ter dirigido cerca de 20 filmes, sua obra ainda permanecia inédita no Brasil. Pazienza veio exclusivamente ao Rio de Janeiro participar da homenagem, e presenteou o público com uma aula magna.
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DAVID LYNCH – O LADO SOMBRIO DA ALMA
Locais de realização: CAIXA Cultural na unidade Brasília (2015); e no Cine Sesc Palladium, em Belo Horizonte (2015)
Curadoria: Mario Abbade
Coprodução: Emes Entertainment (edição Brasília) e Abbade Entretenimento
David Lynch é considerado o maior cineasta surrealista americano. Com a morte de Buñuel e Fellini, se tornou o único diretor vivo, dos que flertam com o gênero, a conseguir romper a barreira do mainstream, lançar filmes no circuito comercial e, mesmo usando de muitas experimentações, atingir uma popularidade que nenhum outro que trabalhou da mesma forma conseguiu. A mostra, inédita no Brasil, reuniu todos os seus filmes.
CINE DOC FR – MOSTRA DE CINEMA DOCUMENTÁRIO FRANCÊS CONTEMPORÂNEO
Locais de realização: CAIXA Cultural na unidade Rio de Janeiro (2015)
Curadoria: Jeanne Dosse e Tatiana Devos Gentile
Coprodução: Casa do Doc
A mostra inédita Cine Doc Fr – Mostra de cinema documentário francês contemporâneo reuniu 24 filmes documentários produzidos nos últimos 20 anos na França e inéditos no Brasil. Alem da exibição de 20 filmes, o projeto contou também com mesas de debate, a produção de um catálogo com artigos inéditos, a presença de diretores e com a parceira da associação francesa Documentaire sur grand écran e do Consulado Geral da França no Rio de Janeiro.
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O MAIOR ATOR DO BRASIL – 100 ANOS DE GRANDE OTHELO
Locais de realização: CAIXA Cultural nas unidades Rio de Janeiro e São Paulo (2015)
Curadoria: Breno Lira Gomes e João Monteiro
Coprodução: Singularte Produções
A mostra O maior ator do Brasil – 100 anos de Grande Othelo reuniu 27 filmes que tiveram a participação genial desse mineiro de 1,50m que crescia em cena nas comédias da Atlântida, nos dramas do Cinema Novo ou nos palcos dos teatros de revista Brasil afora. Títulos como “Matar ou correr”, “Rio Zona Norte”, “Macunaíma”, “O rei do baralho” entre outros, foram programados em cópias digitais e película. A mostra foi o evento oficial em comemoração pelo centenário de Grande Othelo.
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PÉROLA NEGRA: RUTH DE SOUZA
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil unidades Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo (2016)
Curadoria: Breno Lira Gomes
Coprodução: Singularte Produções
A mostra Pérola negra: Ruth de Souza homenageou a atriz Ruth de Souza, que iniciou sua carreira no Teatro Experimental do Negro e se tornou referência para toda uma leva de atrizes e atores negros que vieram depois. Ruth se destacou em produções como “Sinhá Moça”, pela qual concorreu ao Leão de Ouro de Veneza de melhor atriz. A retrospectiva apresentou esta produção em cópia restaurada, além de outros clássicos como “Também somos irmãos”, “Terra é sempre terra”, “Assalto ao trem pagador”, o documentário “A negação do Brasil”, a produção internacional de terror “O mistério da ilha de Vênus”, entre outros.
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NEVILLE D’ALMEIDA – CRONISTA DA BELEZA E DO CAOS
Locais de realização: Cine Humberto Mauro, Palácio das Artes, Belo Horizonte (2016)
Curadoria: Mario Abbade
Coprodução: Abbade Entretenimento
A retrospectiva cinematográfica Neville D’Almeida – Cronista da Beleza e do Caos proporcionou ao público acesso aos filmes de um cineasta tão controverso quanto cheio de admiradores. Diretor de longas nacionais emblemáticos, o realizador representa um marco tanto para o cinema brasileiro quanto para a arte contemporânea, tendo sua obra diretamente ligada a nomes como Hélio Oiticica (Neville e ele são coautores de uma obra que marcou a história da arte, as “Cosmococas”) e conseguindo ao mesmo tempo agradar às grandes plateias e às fileiras mais vanguardistas da cultura. Entre os longas que o público nacional não teve a chance de ver e foram resgatados pela mostra estão “Jardim da guerra” (1970) e “Mangue-Bangue” (1971). Quando lhe foi permitido chegar aos cinemas, Neville D’Almeida levou mais de seis milhões e meio de espectadores às salas para assistir a “A dama do lotação” (1975), conquistando a marca histórica de terceira maior bilheteria nacional. E sua adaptação para “Os sete gatinhos” (1980) se converteu num clássico da cinematografia nacional.
GRANDE OTHELO – O MAIOR ATOR DO BRASIL
Locais de realização: Cine Cultura Liberty Mall, em Brasília (2017), patrocínio Fundo de Apoio a Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e Banco de Brasília.
Curadoria: Breno Lira Gomes e João Monteiro
Coprodução: Villa-Lobos Produções e Singularte Produções
A mostra Grande Othelo – O maior ator do Brasil revisitou a carreira de Grande Othelo e a história do cinema brasileiro. Depois de passar por Rio de Janeiro e São Paulo, a mostra aconteceu em Brasília com a inserção de títulos novos. Foram exibidos 29 filmes, entre dramas, documentários e chanchadas (humor ingênuo e de caráter popular), num apanhado plural e representativo da versatilidade de um dos maiores atores do cinema mundial. Entre os destaques da programação: “Romance proibido”, “Um candango na Belacap”, “Macunaíma”, “Matar ou correr”, “O assalto ao trem pagador”, “Uma família do barulho” entre outros.
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TIM BURTON E SUAS HISTÓRIAS PECULIARES
Locais de realização: Sesc Palladium, em Belo Horizonte (2017)
Curadoria: Breno Lira Gomes
A mostra Tim Burton e suas histórias peculiares exibiu 41 produções, dentre elas, 20 dirigidas pelo cineasta homenageado. Além desses filmes, foram programados sete títulos nos quais Tim Burton assina a produção e 14 que são obras que ele admira ou são referência para sua formação/trabalho.
MONSTROS NO CINEMA
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil nas unidades Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo (2018)
Curadoria: Breno Lira Gomes
A mostra Monstros no cinema fez um apanhado dos filmes de monstros que tanto aterrorizam ou encantam o público no mundo inteiro. Essa retrospectiva reuniu os principais títulos já produzidos, entre vários estilos, períodos, nacionalidades, incluindo filmes realizados no Brasil. Produções como os clássicos dos estúdios Universal “Drácula”, “Frankenstein” e “A múmia”, o infantil “A festa do monstro maluco”, o anárquico “Gremlins” e o clássico brasileiro “A meia noite levarei sua alma”. O público total da mostra foi de mais de 11 mil espectadores.
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OS MELHORES FILMES DO ANO – ACCRJ
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil na unidade Rio de Janeiro (2019); e no Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro – Cine Odeon (2020)
Curadoria e organização: Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro
Coprodução: Abbade Entretenimento
Todos os anos, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro – ACCRJ elege por votação os 10 melhores filmes lançados comercialmente nos cinemas do Rio de Janeiro. Escolhas feitas, os 10 títulos mais votados são exibidos em forma de retrospectiva, com debates e sessões de homenagem.
FÁBRICA DE SONHOS – MOSTRA DE ANIMAÇÃO
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil nas unidades Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília (2019)
Curadoria: Breno Lira Gomes
Um dos mais importantes estúdios cinematográficos do mundo recebeu uma retrospectiva inédita em comemoração aos seus 25 anos e à revolução provocada na história da animação pelas suas técnicas e personagens inesquecíveis. A mostra Fábrica de Sonhos – mostra de animação exibiu 36 longas-metragens produzidos pelo fascinante mundo da DreamWorks Animation – uma seleção de filmes que foi de “FormiguinhaZ” a “Abominável” e que fez uma dobradinha imperdível no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte com a exposição DreamWorks Animation: A Exposição – Uma Jornada do Esboço à Tela.
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MOSTRA DE FILMES A BELEZA SOMBRIA DOS MONSTROS: 10 ANOS DE A ARTE DE TIM BURTON
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil unidade Brasília (2019)
Curadoria: Breno Lira Gomes
Coprodução: Rua 34
Estranho. Bizarro. Expressionista. Sombrio. Surreal. Esses são alguns dos sinônimos quando se refere ao cineasta Tim Burton. Um dos mais importantes e autorais cineastas hollywoodianos em atividade que recebeu em Brasília uma retrospectiva de sua carreira. A Mostra de filmes A beleza sombria dos monstros: 10 anos de a arte de Tim Burton reuniu um total de 41 filmes, dentre eles 21 dirigidos pelo cineasta homenageado, incluindo os curtas-metragens “Vincent” e “Frankenweenie”. Além dessas produções, foram programados dois episódios de séries para TV dirigidos por Burton, o clássico da animação produzido por ele “O estranho mundo de Jack” e 17 filmes que são obras que ele admira ou são referência para sua formação e trabalho. A retrospectiva foi um complemento da exposição homônima.
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STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil unidades Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo (2019); e Centro Cultural Banco do Brasil unidade Belo Horizonte (2021)
Curadoria: Breno Lira Gomes e Rita Ribeiro
A mostra Stephen King: o medo é seu melhor companheiro desvendou todo o fascínio exercido por esse escritor nascido em 1947, no estado do Maine (EUA), cenário de todas as suas histórias. O público conferiu 52 produções, entre filmes, telefilmes e minisséries, baseadas nas obras do autor, além de cinco filmes que foram referência para seu trabalho. As sessões aconteceram de forma presencial nos cinemas do CCBB e on-line, através da plataforma Darkflix, serviço de streaming do gênero Cinema Fantástico. O público final das sessões presenciais ultrapassou os 11 mil espectadores e mais de 200 mil visualizações na plataforma digital.
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macaBRo – HORROR BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO
Projeto online de nível nacional (2020), com patrocínio do Banco do Brasil / Centro Cultural Banco do Brasil
Curadoria: Breno Lira Gomes e Carlos Primati
A mostra macaBRo – Horror brasileiro contemporâneo, foi um passeio sinistro pela produção audiovisual de terror 100% brasileira. Foram exibidas 44 produções entre longas e curtas-metragens da nova geração de diretores e diretoras, assim como de nomes consagrados como José Mojica Marins, o Zé do Caixão. As exibições foram gratuitas e online na plataforma DarkFlix, serviço de streaming do gênero Cinema Fantástico. A programação contou com títulos como “Morto não fala”, “O animal cordial”, “O cemitério das almas perdidas”, “Mal nosso”, “#ninfabebê”, “A lasanha assassina”, “O saci” entre outros. Foram mais de 80 mil visualizações na plataforma digital.
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STEVE MCQUEEN – THE KING OF COOL
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil nas unidades Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília (2021)
Curadoria: Mario Abbade
Coprodução: Abbade Entretenimento
O nome da mostra, Steve Mcqueen – The king of cool, faz referência à forma de atuar da qual o ator se tornou um símbolo e também ao apelido que ficou conhecido. O ator, um dos maiores astros de todos os tempos, entrou para a história com esse título emblemático, mas, para além de ícone de um estilo que até hoje dita tendências no planeta, McQueen é um nome fundamental para o estudo da arte dramática em parte por ter se tornado um dos símbolos de uma nova maneira de atuar. Steve McQueen representava seus papéis de forma mais contida que o usual na época. Seu trabalho causava imediata identificação no espectador, que se projetava na figura do herói – ou do anti-herói. Foram exibidos 29 títulos, sendo 26 estrelados por Steve McQueen e três documentários sobre o ator. Toda a programação foi gratuita, contou com sessões presenciais e alguns filmes exibidos em formato on-line.
TERRY GILLIAM – O ONÍRICO ANARQUISTA
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil nas unidades Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília (2022)
Curadoria: Christian Caselli e Eduardo Reginato
A retrospectiva de filmes Terry Gilliam – o onírico anarquista foi a mais abrangente já realizada no Brasil sobre o diretor, ator e animador americano naturalizado inglês, um dos mais cultuados criadores de sonhos e pesadelos no mundo do cinema. Terry Gilliam é uma lenda da cultura pop, um dos realizadores cinematográficos mais cultuados desde o início dos anos 1980, um dos mestres da animação experimental desde o final dos anos 1960 e, por fim, um dos integrantes – o único americano – do grupo inglês de humor Monty Python. Seu trabalho é uma visão assustadora, hilária, dramática, poética e arrebatadora de um mundo carregado de realismo fantástico, flanando entre distopias, loucura, poesia, amor e destruição. A programação presencial foi toda gratuita e contou 28 produções, entre curtas e longas-metragens. O projeto apresentou em formato on-line alguns filmes, além de promover debates, curso, palestras e aula magna.
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MOSTRA DE FILMES A BELEZA SOMBRIA DOS MONSTROS: 13 ANOS DE A ARTE DE TIM BURTON
Local de realização: Oca do Parque do Ibirapuera e CineSesc (Tim Burton em 35mm) (2022)
Curadoria: Breno Lira Gomes
Coprodução: Rua 34 Produções Artísticas e Colecta Produções e Eventos
Estranho. Bizarro. Expressionista. Sombrio. Surreal. Esses são alguns dos sinônimos quando se refere ao cineasta Tim Burton. Um dos mais importantes e autorais cineastas hollywoodianos em atividade que recebeu em Brasília uma retrospectiva de sua carreira. A Mostra de filmes A beleza sombria dos monstros: 13 anos de a arte de Tim Burton reuniu um total de 16 filmes dirigidos pelo cineasta homenageado, incluindo os clássicos “Os Fantasmas se Divertem” e “Edward Mãos de Tesoura”. A programação contou também com a animação produzida por Burton “O estranho mundo de Jack”. A retrospectiva foi um complemento da exposição homônima.
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O CINEMA DE TIM BURTON
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil unidades Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo (2023)
Curadoria: Breno Lira Gomes
A mostra O Cinema de Tim Burton garantiu diversão e arte para adultos e crianças. Foram 42 filmes, sendo 23 títulos dirigidos por Tim Burton, um inspirado em uma de suas histórias e mais uma seleção de 18 longas-metragens que são referências na carreira do diretor (devidamente avalizada pelo próprio!). Foi a maior mostra já dedicada ao cineasta realizada no Brasil. A programação contou também com mesas de debate, masterclasses, palestras e ações cosplayers. Além de um espaço instagramável inspirado no universo de Tim Burton.
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A MAGIA DOS PIXELS – ESPELHOS ANIMADOS DA REALIDADE
Locais de realização: Centro Cultural Banco do Brasil unidades Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo (2023)
Curadoria: Eduardo Reginato e Fabricio Duque
A mostra A Magia dos Pixels – Espelhos animados da realidade reuniu 28 filmes, entre curtas e longas-metragens, produzidos por um dos mais prolíficos estúdios de animação do mundo: a Pixar Animation. A programação contou também com mesas de debate, masterclasses, oficinas e ações cosplayers.
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OS MELHORES FILMES DO ANO 2023
Locais de realização: Estação Net Rio e Ponto Cine, no Rio de Janeiro (2024)
Curadoria: Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro – ACCRJ
Programadores: Luciana Costa, Célio Silva e Mario Abbade
Todos os anos, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro – ACCRJ elege por votação os 10 melhores filmes lançados comercialmente nos cinemas do Rio de Janeiro. Escolhas feitas, os 10 títulos mais votados são exibidos em forma de retrospectiva, com debates e sessões de homenagem. O filme Assassinos da Lua das Flores foi eleito pelos membros da Associação como Melhore Filme de 2023.
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Outros Projetos
A BLG Entretenimento também realizou trabalhos de pesquisa, produção executiva, produção de cópias, produção local ou apoiou mostras e festivais de cinema:
• Festival curta Cabo Frio
• Grande prêmio do cinema brasileiro
• Mostra SESC de Cinema Estadual Paulista
• Dario Argento e seu mundo de horror (CCBB Rio de Janeiro – 2011)
• James Dean – Eternamente jovem (CCBB Rio de Janeiro – 2012)
• 1º Cine literário (Ponto Cine Rio de Janeiro – 2013)
• 18º Festival brasileiro de cinema universitário (Centro de Artes UFF Niterói – 2014)
• Carlos Reichenbach – O cinema de autor no Brasil (Caixa Cultural Rio de Janeiro – 2015)
• Jean-Luc Cinema Godard (CCBB Rio de Janeiro – 2015)
• Africa, cinema (Caixa Cultural Rio de Janeiro – 2015)
• Retrospectiva Carlos Hugo Christensen (Caixa Cultural Rio de Janeiro – 2015)
• George A. Romero – A crônica social dos mortos-vivos (CCBB Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo – 2016)
• O cinema de Murilo Salles: o Brasil em cada plano (Caixa Cultural Rio de Janeiro – 2016)
• Cine Uruguai (Caixa Cultural Rio de Janeiro – 2016)
• Luis Buñuel – Vida e obra (Caixa Cultural Rio de Janeiro – 2016)
• Rock terror (CCBB Brasília e São Paulo – 2017)
• Anime – O fantástico mundo das animações japonesas (CCBB Rio de Janeiro – 2019)
• Warren Beatty: uma rajada de charme (Cinemateca do MAM Rio de Janeiro – 2019)
• Nos embalos de uma parceria – Stigwood, Olivia e Travolta (Cinemateca do MAM Rio de Janeiro – 2019)
• O jazz vai para Holywood (Cinemateca do MAM Rio de Janeiro – 2019)
• Alusões homoeróticas do cinema clássico (Cinemateca do MAM Rio de Janeiro – 2019)
• Truffaut – Uma semana de cinefelia (Cinemateca do MAM Rio de Janeiro – 2019)
• Paul Newman – Belo e indomável (Cinemateca do MAM Rio de Janeiro – 2020)
• Marilyn Monroe – A maior estrela de Hollywood (Estação Botafogo Rio de Janeiro – 2020)
• Mostras cariocas: 12 anos da Abbade Entretenimento (Cinema João Uchoa Universidade Estácio de Sá Rio de Janeiro – 2021)
• Mostras cariocas: recortes de cinema em uma década de olhar da ACCRJ (Cinema João Uchoa Universidade Estácio de Sá Rio de Janeiro – 2021)
• Exposição Monet à beira d’água (Porto Maravilha Rio de Janeiro – 2022)
• Em Movimento (Centro Coreográfico do Rio De Janeiro – 2023)
• Bastardo! O Cinema Pop de Quentin Tarantino (Sesc Palladium Belo Horizonte – 2023)
• Ciclo Nelson Pereira dos Santos (Cinesesc São Paulo – 2023)
• Herzog – Além das Margens (Caixa Cultural Rio De Janeiro – 2023)
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